Minha cunhada Lenita, a desculpa

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Continuando… Chegamos em casa de Maria eu todo desconfiado, porém Lenita nem parecia que havia acabado de cornear seu marido com o próprio irmão dele, tagarelando em sorrisos toda feliz, passei direto para a cozinha no que meu cunhado Gilson me seguiu já perguntando: e aí comeu? assustei-me e disse: qual foi, tá me estranhando? Lenita é minha cunhada e vc sabe do que eu gosto não sabe? sorrindo. Gilson falou; vai que caiu em tentação, a Lenita é uma delícia, se atravessar boto chifre em Carlinhos na hora. Escapei de Gilson mas não escapei de Maria minha irmã, Lenita foi ao banheiro tomar uma ducha pois exalava puro sexo e Maria veio até a mim com ar de reprovação e falou: rapaz nem seu irmão você respeitou? além de me chantagear ainda por cima comeu a mulher do irmão? tentei argumentar mas não tinha como, apenas consentir dizendo que aconteceu por acaso, Lenita estava no atraso Carlinhos a maltratando na carência fiz um favor a todos, a mim a ele e a ela principalmente e não iria acontecer mais. Minha irmã Maria fez que sim com a cabeça como se acreditasse e foi terminar o jantar, peguei uma cerveja e na passagem alisei a bunda de Maria sussurrando ao ouvido eu quero é esse rabo gostoso vai dar jeito? Ela sorriu balançando a cabeça em sinal de sim e falou, amanhã vamos ver isso, vc vai levar Lenita que dia? falei: segunda feira. Ela: então quando vc voltar se não estiver cansado vá direto pra igreja me pegar. Voltei à sala aguardando Lenita terminar seu banho pra tomar o meu, Bruno veio ao meu encontro e pediu: meu tio se o Sr. for sair queria ir também dá um giro na cidade. Só depende de vcs se as meninas quiserem sair é só avisar. Lenita saiu do banheiro cabelos molhados num conjuntinho amarelo de menininha toda linda e sorridente, arrancando elogios de todos, principalmente de Gilson que se derramou todo, procurando graça no que Maria foi logo cortando suas asas, lhe chamando a atenção, Bruno a chamou pra ir dar uma volta na cidade e ela sabiamente disse que iria dormir pois estava cansada da viagem, que iria comer algo e dormir. Tomei meu banho e ao retornar Lenita já havia se recolhido e Maria me disse que ela iria dormir no quarto das filhas e eu dormiria com Bruno no meu, perguntei se queriam sair ainda e todos acharam que não deveriam, amanhã seria melhor, jantamos e ficou eu, Gilson e Bruno conversando e bebendo cerveja, Maria lendo sua Bíblia e reclamando que Bruno não teria idade de estar bebendo conosco. ignoramos e continuamos bebericando afinal não éramos loucos de embriagar um adolescente, jogamos conversa fora e eu já imaginando Bruno dormindo comigo, aquele rapagão novinho cheio de saúde, eu ia me espaldar e meu pau já estava duro só de pensar e meu cu piscando por aquela pica, o papo começou a esquentar pois Gilson procurou saber de Bruno se já havia transado, se tinha namorada e tal, no que Bruno falou que ficava com umas meninas mas nunca tinha transado, pois Carlinhos seu pai nunca lhe levou ou conversou a respeito. Gilson então disse que iria armar ele com umas putinhas do bairro pra ele fode-las. Sorrimos e bebemos mais algumas garrafas e Maria mandou Bruno parar de beber e ir dormir, pois ela iria também retirando-se pro seu quarto despedindo-se. Bruno levantou foi escovar os dentes e também foi deitar, ficando eu e Gilson apenas na sala, pegamos mais uma cerveja os copos e passamos pro lado de fora da casa, mais precisamente atrás da cozinha na área de serviço pois é isolada sem antes porém Gilson ir ao quarto dele conferir se Maria já havia deitado no que ela estava toda enrolada na coberta da cabeça aos pés. Ele já veio cheio de graça dizendo que estava com saudade do meu cu que iria me lascar todo e eu que queria mesmo era a pica de Bruno falei que era perigoso, suas filhas poderiam acordar ou Maria desconfiar e seria melhor deixarmos para amanhã na oficina, as mulheres iriam ao culto e nós aproveitaríamos a oportunidade, mas ele é tarado pelo meu cu, já veio me beijando a boca empurrando sua língua me sugando todo não resistir e pequei em seu pau arrancando do short descendo a boca chupei e mamei como um louco aquela pica, esquecendo completamente dos outros, caí de boca literalmente, engoli seu pau numa voraz gulodice chupando seus culhões inteiros deixando ele alucinado empurrando minha cabeça ao encontro de sua pica me fazendo engasgar, até gozar em minha boca enchendo minha garganta de gala e só assim ele parou com a agonia de querer foder meu cu. Nos beijamos pra ele experimentar de seu esperma e entramos como se nada tivesse acontecido para dormir, me dirigir ao meu quarto já imaginando aquele pau gostoso de meu sobrinho em meu cu, entrei e fiquei observando aquele moreno imenso e novinho deitado todo espalhado na cama de cueca box que deixava-o mais gostoso a meia luz refletia sua pele branca/morena tirei minha roupa indo de encontro a felicidade, alisei suas coxas indo até sua virilha a fim de faze-lo acordar, porém ele já estava me esperando e perguntou: porque demorou tanto meu tio gostoso? me puxando para cima da cama, meu pau em riste todo melecado de gala pulsava de tesão, procurei o seu com as mãos a puxar sua cueca a fim de liberta-lo, procurei sua boca sugando seus lábios num beijo sôfrego e caloroso, chupando sua língua agoniado e punhetando sua pica grande e grossa, me deixei levar por aquele menino/homem musculoso deixando ele conduzir da melhor maneira que ele quisesse e gostasse, ele beijava-me o pescoço sugava meus mamilos ansioso e guloso e pra minha surpresa procurava meu cacete alisando sua extensão e enfiava o dedo em meu cu,eu me entregava por inteiro lambendo-o e beijando-o a boca até ele empurrar minha cabeça em direção a sua pica linda na qual abocanhei com vontade dobrada apesar de apenas alguns minutos atrás, ter chupado a tora de meu cunhado continuava ávido de pica e que pica, deliciosa, mamei muito deixando meu sobrinho alucinado e querendo gozar o que obviamente não deixei aproveitando ao máximo daquele pau, lambi e suguei seus culhões colocando-os inteiros em minha boca chupando com gosto, parei de chupar e sentei em seu colo de frente para ele beijando sua boca e ajeitando sua pica na entradinha do meu cu me rebolando como uma cobra em areia quente encaixei a cabeça sentindo entrar até colar em suas coxas me rasgando todas as pregas que me restava, mexendo e murmurando pra ele me lascar me arrombar todo, dizendo que ele era gostoso (e era mesmo) me jogando para trás deixando ele mais a vontade de empurrar sua tora enorme em meu cu, dando condições dele meter a vontade me segurando pela cintura, e ele me machucou muito no bom sentido, o guri meteu como se fosse seu ultimo cu a comer, me colocou de quatro sem tirar de dentro socando com força aproveitando de seu porte avantajado sem gozar enfiava tudo urrando, me pôs de lado e no frango assado sem gozar durante uma hora seguida, meu pau já esporrava pela terceira vez sem precisar pega-lo de tanto prazer que sentia daquela pica em meu cu, delirava suado e Bruno enfiado falando que eu era tudo de bom, meu tio gostoso, vou lhe esfolar o cu e metia com gosto, até que cansado tirou aquela tora dura e me mandou chupar que ele não conseguia gozar, o que fiz com imenso prazer punhetando e chupando por mais 15 minutos, já estava com cãimbras no maxilar de tanto chupar, quando finalmente ele derramou um rio de esperma em minha boca me fazendo engolir tudinho limpando sua pica ainda dura, que saúde do moleque. Caímos exaustos seu pau apontando para cima, incrível aquilo ainda jorrando algumas gotas de porra que lambi e suguei até não escorrer mais nada. Ficamos ali coração disparado, respiração e adrenalina em alta nos acariciando adormecemos, nus e abraçados. Acordei umas 3 hs da madrugada com sede vontade de urinar, levantei e fui até o banheiro nu como dormir, urinei, lavei minha pica e me dirigir à cozinha a fim de beber água e me surpreendi com Maria minha irmã indo também, ao me ver naquela situação de nudez em sua sala retrucou: está louco? desfilando nu pela casa? se minhas filhas estivessem acordadas? desculpei-me e disse que pela escuridão e horário achei que não teria ninguém acordado. Bebi minha água e ia voltar ao quarto no que Maria perguntou: dormiu assim porque? vc veja lá que porra tá aprontando, já comeu nossa cunhada agora foi comer o sobrinho também? Carlinhos vai te matar se descobrir uma desgraça dessas. Falei: não é nada disso doida, estava dando o cu ao menino o pai não ensina nada ensino eu que sou tio, e assim ele (Bruno) acha que sou viado e não desconfia de mim com a mãe. Maria perguntou: e Gilson porque demorou a ir dormir ficaram tomando cervejas mesmo? disse: que nada teu marido é outro só pensa em comer meu cu, tive que dar uma mamada nele pra sossegar. Ela: essa casa tá um puteiro só. Meu Deus! que que eu faço? e minhas filhas, como fica nisso? Falei: deixa as meninas de fora disso, é assunto nosso, putaria nossa. Vamos tentar não fazer merda aqui dentro enquanto elas estiverem em casa e aproveitar quando não estiverem. No que Maria falou: então que dizer que Bruninho lhe comeu o cu? e aí, como foi? Maravilhoso, pra quem nunca fodeu, uma maquina de trepar, estou esfolado mas feliz. Já de pau duro, só de pensar em Bruno, Maria olhou minha ereção e segurou em meu pau pedindo bota aqui um pouquinho, rapidinho, virando aquela bunda dura e enorme me oferecendo, alisei, levantando seu baby doll sua bunda roçando meu pau e amassando seus peitões, abraçando-a por trás, beijando seu pescoço e orelha a chamando de gostosa, ela apoio-se na pia da cozinha empinando o rabão, apenas afastei a calcinha colocando minha pica na porta de seu cu abrindo sua bunda, enfiei o pau numa estocada só, um suspiro abafado ela gemeu, dizendo devagar viado, assim doí, metia e tirava segurando seus peitos, apressado procurando abafar seus gemidos, acelerei os movimentos, agora segurando ela pelos quadris, ela rebolava e gemia baixinho, perguntou: e a pica de Bruninho é assim gostosa como a sua? respondi: é muito melhor e maior, grossa e gostosa ia lhe fazer um estrago dos bons. Ela começou a me chamar de Bruno pedindo pra lhe lascar toda, mete Bruno, enfia Bruno e eu enfiava no cu de minha irmã gostosa e crente safada, enchendo minha mão com sua boceta siriricando seu grelo a fazendo gozar em minhas mãos, acelerei ainda mais os movimentos gozando também dentro de seu cu. estava exausto, que dia maravilhoso. Beijei minha irmã indo em direção a meu quarto, e ela para o seu. Deitei ao lado de Bruno fiquei ali pensativo, do que iria acontecer daqui pra frente, adormeci. Afinal de contas; o futuro a Deus pertence.

Escritor:
wellington69