Meu pai me come desde meus 11 anos de idade

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Me chamo Leandra, hoje em dia tenho 23 anos, vivo um relacionamento estável com meu pai. Ninguém na cidade em que vivemos sabem que somos pai e filha. Não sei a data exata em que os pequenos abusos começaram… Mas sei que meu pai me chupava, me colocava pra chupar o pau dele. Passaram uns aninhos rolando apenas essas carícias. Antes que alguém pergunte ”como sua mãe não via isso? e o resto da família?” Meus pais nunca viveram juntos, minha mãe não queria ter filhos e pretendia me colocar para adoção. Então os pais do meu pai ficaram comigo até meus 4 anos de idade, que foi quando meu pai decidiu me pegar pra criar com incentivo da namorada atual da época, e ela cuidava de mim como filha mesmo, ela tinha um filho de 13 anos. Só que em um belo dia, deixaram o Rodrigo (filho da minha madrasta de 13 anos) sozinho comigo por apenas enquanto enquanto eles iam comprar alguma coisa, que não lembro o que era….. E quando chegaram, Rodrigo estava pincelando a piroca na minha vagina. Meu pai bateu no garoto e a mãe dele se danou a chorar. Desde esse dia meu pai separou da namorada e ficou só meu pai e eu. Meu pai passou a pagar uma babá pra cuidar de mim enquanto ele trabalhava, e já a noitinha, ela ia embora e meu pai me pegava pra sentar no colinho dele no sofá e ficava ”brincando” comigo, ora esfregava-me no pau dele, ora me passava o dedo na minha racha, ora colocava minha mão no pau dele, ora me colocava pra mamar e ora me lambia como e tivesse lambendo um sorvete. E assim passaram os tempos. Nunca tentou a mais do que isso. Ele sempre foi um pai carinhoso, bondoso, que fazia as vontades, cuidava, dava de tudo e levava pra passear, festejava meus aniversários na casa dos meus avós, pagou as melhores escolas. Quando completei 11 anos, meu pai me levou no shopping e disse que eu podia fazer tudo que quisesse, e escolher alguns presentes. Depois fomos pra casa dos meus avós como todos os meus aniversários e lá havia uma surpresa, uma bela festa, a melhor de todas já vividas, todos meus amiguinhos da escola, da natação e do inglês. Curti muito tudo aquilo. 23 horas, meu pai disse que tínhamos que ir pra casa, as crianças já tinham ido embora e eu não cansava de brincar com tudo que havia ganhado. Era a melhor noite. E fomos embora, tomei um belo banho, meu pai disse que depois do banho, era pra eu ir no quarto dele. E quando terminei, pus meu pijaminha e fui lá, deitei do lado do meu pai. Ele estava deitado lendo um livro. logo fez carinho nos meus cabelos beijando minha testa, perguntou se curtir tudo que aconteceu no meu aniversário. Eu não tinha palavras pra descrever a emoção. Mas meu pai disse que também ele queria um presente que só eu poderia dá. Eu perguntei o que era, ele tocou na minha vagina.. por cima da calça do pijama. E meio sem entender, senti um arrepio. Meu pai levantou, começou beijar minha boca, achei bem nojento, não correspondia. Ele tirou minha roupa toda… Beijou todo meu corpo, desde meu pescoço à ponta do pé… Foi subindo pela coxa, abrindo minhas pernas, beijou a virilha e subiu pros meus peitos que já tinham carocinhos, ficou chupando revezando os peitos.. E até que senti uma sensação boa e fiquei quietinha. Logo ele tirou a pica pra fora da cueca e colocou na minha boca, eu já sabia chupá-lo, chupei do jeito que ele havia ensina… e meu pai desceu e pincelou o pau na minha perereca…. ficou minutos ali esfregando, quando vi… senti uma sensação jamais imaginável, de algo me rasgando profundamento, sentindo um ardume jamais sentido, e meu pai não mexia o pau tentando me consolar, dizendo que só a primeira vez que iria ser dolorosa, as outras iriam ser muito boas….. e sangrei achando que iria morrer….. meu pai tentou forçar mais um pouco, mas sentiu pena de mim e parou, me limpou e ficou me lambendo dizendo que ia melhorar. E depois disso, dormimos juntos. Passou dois dias meu pai só me chupando, no terceiro veio meter e já não tava tão dolorido, mas entrou com muita dificuldade e só um pouquinho, não chegou na metade. Mas conforme os dias passavam, a gente tentava todos os dias, e acabei acostumando. Pra mim se tornou natural, pois eu cresci sendo educada por ele, onde ele me fez ver que nosso relacionamento era natural, achava que todos os pais faziam aquilo com os filhos e era tão prazeroso que não tinha do que reclamar. Só que ele pedia que eu não falasse desses assuntos com amiguinhos e nem outras pessoas, pois, era particular de pai e filha. Que eu sofreria penitência se falasse, pois ele teria como saber. Então nunca comentei. Mas conforme ia crescendo, me informando, pegando experiência, vi que não era comum. Mas meu pai e eu vivíamos um relacionamento como homem e mulher, ele queria transar todo dia. Eu nunca neguei fogo. E aos meus 14 anos, ele demonstrou ciúme. Me apaixonei por um garoto de sala e começamos a ficar. O garoto tinha 17 anos, e logo quis trepar, a primeira transa nossa foi no banheiro masculino. Fui a loucura provando pica nova. Depois das aulas a gente dava um jeitinho de ficar e quando meu pai ia me buscar, sempre nos via juntos e dizia que não tava gostando dessa amizade, pois sabia que o moleque estava doido pra me comer. Mas eu negava dizia que era bobeira isso. Até que um certo dia, eu engravidei desse menino. E meu pai fez eu abortar achando que era dele. E ele disse que não queria ter mais filhos, bastava eu. E continuamos juntos, meu pai e eu. Parei de ficar com esse rapaz pois podia engravidar de novo. Mas comecei a sair pras festinhas, meu pai deixava eu ir com as meninas da minha idade, só que bebia e acabava fodendo com algum carinha mai velho. Mas meu pai achava que tava me dando muita liberdade, decidiu que iriamos nos mudar, e mudamos. Na outra cidade, ele se comportava como meu marido, meu macho, meu homem mesmo. Saíamos juntos, íamos em restaurantes, barzinhos, shoppins, festas… Sempre na volta a gente fazia sexo. A gente adorava ir em motel… mesmo tendo apartamento. Mas demos uma freada, a gente ainda vive juntos, mas hoje em dia, somos mais comportados, eu amo esse homem, ele é gostoso, picudo, me dá de tudo, desde roupas, bolsas, sapatos, alimentos, dinheiros e as melhores fodas da minha vida. Somos felizes a bessa.