Perna no gesso rola na Prima – Dia seguinte

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Para melhor entender, leiam Perna no gesso rola na prima, passei o dia acamado, pensando na noite anterior, na surpresa de minha prima, que com jeito de santa, era uma safadinha. Minha mãe que já voltará do trabalho, antes de ir descansar, perguntou como tinha sido, se Isabelle tinha ajudado. Eu disse que sim, que ela era legal, mesmo sendo evangélica. Minha mãe riu, e disse que quem iria cuidar de mim hoje era ela, já que não tinha plantão. Achei chato mas esperarei pelo dia seguinte. Entretanto, lá pelas 21:30, Isabelle chega, vinda do culto. E estranhou minha mãe lá.
– Filha, não trabalho hoje.
– Mas a senhora não me avisou. Com cara de desapontamento. e eu falei.
– Fica aqui ué, esta tarde, ainda pra pegar ônibus, amanhã você vai pra casa.
– Posso tia?
– Claro minha filha.
Ela estava de vestido longo, acompanhando os contornos do seu corpo e sandália rasteira. Estava muito linda. Perguntei se queria comer…ela se disse faminta. Liguei pedi pizza, comemos, e minha mãe disse que ia dormir, pois ainda estava com sono atrasada, e ia tomar remédio por que sentia a cabeça pesar.
Ficamos na sala, só nós dois. E chamei para o quanto, para poder vermos ver um filme. Levamos o resto da pizza, o refri. E ela me ajudou a caminhar.
Quando me abraçou senti seu cheirinho, e me aproveitando da aproximação, dei-lhe um cheiro no cangote, fazendo seu braço arrupiar os pelinhos.
– Cheirosa!
– Para menino, olha tua mãe está ai, viu! Se comporte não…
Entramos no quarto, que como falei é fora da casa, e disse, tranque a porta, assim ela fez, e senti um sorrisinho no ar.
Me ajeitou na cama, colocou meus travesseiros e uma almofada nas minhas costas, me deixando mais ouriçado com seu cheiro.
– Assim, eu não resisto.
– Se acalme…
Sentou em sua cama e começamos a ver tv.
– Vai acabar amassando esse vestido, que esta te deixando linda. Mas num e melhor por aquele baby dool? Falei com cara de safadeza.
Ela riu e disse:
– Tem baby dool hoje não tarado. Pensa que num sei o que tu quer mesmo.
– O que é?
– Ficar me vendo pelas sombras.
– Que mal há nisso?
– Todos.
Pegou a sacola e foi no banheiro…voltou tempo depois e de fato não estava de baby, e sim de camisola, tipo vestidinho de malha, amarelinho, no meio das coxas, e sem sutiã, já que eles estavam apontando em minha direção de tão ouriçados.
– E ai, o que achou?
– Dá uma voltinha pra eu ver.
Ela fez melhor, simulou um desfile, em volta da cama. Mas quando chegou do meu lado que deu uma voltinha, meu controle foi pro espaço e a puxei pra cima de mim, nessa hora não pensei em perna, cama, minha mãe ali perto…nada, só naquela bundinha que o vestidinho marcava, parecendo que por baixo dele, havia uma calcinha minúscula, que eu precisava checar.
Ela sentou-se em cima do meu pau, que estava duro com a sena, mas não tentou se soltar, largou o corpo e virou a cabeça me oferecendo a boca. Trocamos um beijo, sua língua entrou em minha boca e minhas mãos livres percorreram seu corpo por cima do vestidinho, desde os quadris, passando senti o elástico lateral da calcinha, bem fininho, acompanhei-o com a ponta do dedo, e como suspeitava, era pequena a calcinha. Continuei subindo, passei por sua cintura e sentindo sua respiração aumentar, cheguei ao seu belo par de seios, redondinhos e com os biquinhos pontudinhos, arrupiados. Apertei e acariciei cada um deles ao mesmo tempo, enquanto as pontas dos dedos davam pequenos apertos nos biquinho, tirando dela gemidinhos de dor e prazer.
Desci minha mãos até a barra do vestido, segurei e comecei a subir, Isabelle facilitava, levantando as partes do corpo onde o vestido prendia, levantando os braços, se livrando dele completamente.
Aquele corpo moreno quase negro sobre o meu, teus peitinhos lindos, e uma barriguinha chapada, fazia ondas com a respiração rápida me deixava ver também uma calcinha preta, em formato de tanga, que ia afunilando e sumindo entre as coxas, macias, por onde minhas mãos passeavam. Sentindo seus pelinhos ouriçados.
Ela se afasta e fica de frente, deitada sobre mim, tirando e jogando os travesseiros no chão…Enfim, via sua bundinha, com um fio dental que deixava ela toda exposta. Toquei enfim sua bunda, redondinha, empinada e lisinha.
Era de fato um tesão minha prima. E como era quente.
Pedi pra ela libertar meu pau, que já estava ficando dolorido, querendo sair para brincar.
Assim, o fez. saiu de cima, puxou meu calção, libertando meu pau, caindo de boca. Engolindo sem nenhuma cerimonia., enquanto eu olhava aquela menina se jogando, com vontade e tesão.
– Isabelle, vira pra mim, quero sentir teu cheiro e teu sabor.
Ficamos então num meia nove, ela ainda de calcinha…fui afastando de ladinho a calcinha, expondo uma bucetinha peladinha, lisinha, sem nenhum pelinho. Um cheiro maravilhoso, meladinha, passava a língua, enfiava o nariz, e dedilhava…Ela se ergui e monta em meu rosto, rebolando…as vezes me sufocava, as vezes me permitindo respirar. Levantei-a um pouco e puxei-a mais pra baixo, deixando a meu favor seu cuzinho, e dei um leve linguiadinha, fazendo ela dar um pulinho, e voltar, depois fiz novamente, ela não pulou mas contraiu o cuzinho, e contraiu por várias vezes. Se baixou e voltou a me chupar, agora mais arreganhada ainda, dando sua buceta bem aberta, e de encontro a minha língua seu pinguelinho saliente. Ela tremeu e gemeu, respirando cada vez mais forte, apertando as pernas em minha cabeça e roçando com força na minha cara, explodindo num gozo exprimido, pra não fazer barulho. Saiu de cima, e foi me punhetar, deitadinha do meu lado, com os olhos quebrados, e meio molinha. Tirei sua mão dele, e meio sem jeito e com muita dificuldade, me virei sobre ela.
– Cuidado…Sua voz estava calma e leve.
Levantou uma perna e me posicionei na entradinha ensopada de sua buceta.
Olhei pra ela e fui entrando, sem nenhuma resistência, e só uma carinha de prazer e safadeza, enquanto mordia os lábios inferiores.
A penetrei totalmente, ela gemeu, e estoquei fundo, ela disse, mais forte. E fiz. Ela me tirou de dentro…me virou, montou e fez meu pau enfiar nela plenamente.
Agora ela era a senhora absoluta da minha vara. Cavalgava, e mexia com muita força..Eu apertava seus peitos, e não aguentando, dei uma tapa naquela cara de safada. Ela não reclamou e ainda disse:
– Bati. Aquilo foi o estopim, para dois tapas, indo e vindo…
– Imagina o que teu pai diria se te visse agora, hein!
Não sei onde apertei, se ela tem tara no pai, só sei que ela rebolou como louca gozando novamente. Anunciei que também ia. Ela pulou fora, enfiou sua buceta na mina cara e abocanhou meu pau, punhetando com força. Quando comecei a gozar, enfiei meu dedo em seu cuzinho, ouvindo um gemido forte. Que gozada incrível…Relaxei e ela saiu de cima se virando e vindo se aninhar, no meu ombro.
-Te imaginava virgem.
– Mas eu sou..rsrsrs
– sqn
FIM